7 coisas que você não sabia sobre o seu pai

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  1. Ele sempre comprou os presentes pra você, tudo que você queria, mas Jesus não deixava ele te entregar porque você não tava merecendo.
  2. Ele sempre foi te visitar quando você tava doente e triste, mas nem sempre era fisicamente, as vezes ele só ajoelhava e chorava pedindo a Deus pra cuidar de você.
  3. Ele sempre quis te levar pra conhecer os amigos dele mas tinha medo de você fazer vergonha, afinal ele é ser humano.
  4. Tinha gente do mal tentando enganar seu pai e por isso ele nem sempre conseguia ir no seu aniversário
  5. Ele te ama mais do que você imaginou e fez mais sacrifícios por você do que Jesus na cruz.
  6. Ele é muito louco por você, sério, sério mesmo… Quer ver.. Vai lá na casa dele agora pra vc ver…
  7. Ele ama sua mãe só nem sempre soube demonstrar como devia pois as vezes se distraia com jogos e com os amigos.
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Kairós x Kronos

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O tempo de Deus é diferente do nosso, não adianta querermos apressar as coisas. As profecias se cumprem na hora certa, e a revelação de quem Deus é vem na hora que Ele deseja.

Falo isso porque os judeus achavam que seria do modo deles, do modo que eles imaginaram. Mas o que Deus planejava era algo ainda maior que eles não entendiam, e por isso rejeitaram um verdadeiro profeta e muito além de profeta, o próprio filho de Deus.

Eu oro pra que a igreja de hoje, a igreja dos últimos dias possua discernimento pra entender isso, que essa igreja tenha olhos e ouvidos espirituais abertos pra entender o que Deus está fazendo e não repitam o mesmo erro da nação de Israel!

Lembre-se que Israel foi uma nação que mesmo após ter sido escolhida e ungida pra um propósito foi rejeitada por Deus por causa da sua falta de fé e incredulidade. Também pereceram porque não ouviram os profetas, e além de não ouvirem ainda por cima mataram eles.

Isso me lembra que quem quer ser profeta sempre precisa estar disposto a morrer. Quem não morre não vê nem a face de Deus, (quem Deus é) e muito menos as costas, que representa descanso e confiança.

Eles não seguiram os princípios deixados pelos profetas, não acreditaram nas palavras proféticas proferidas por eles, até que depois de tanto os alertar e oferecer seu amor Deus mandou o juízo e a espada. A fama e a glória se transformaram em ruínas, por causa de sua desobediência e orgulho, o próprio Israel pereceu. Eu oro pra que não aconteça isso nesse tempo, com a igreja que está para se levantar.

 

Eleição x Responsabilidade do Cristão

          Paulo escreve em Rm. 8:28-30, que o propósito de Deus para aqueles que o amam começa com Deus os conhecendo bem antes de seus nascimentos e até mesmo da fundação do mundo. Ele os escolheu para um processo que termina com a  glorificação desses juntamente com Cristo.

           Deus não revelou todos os aspectos do Seu propósito e tudo que está envolvido na Sua eleição. O que Ele  revelou centraliza-se no fato de que os crentes são eleitos em Cristo (Ef. 1:4). Está muito claro que o Senhor agiu a favor dos que estão em Cristo, bem como dentro deles, em seus interiores. Mas, está igualmente claro que aqueles que estão em Cristo devem também agir: devem continuar; devem produzir fruto.

           É essencial que os escolhidos tenham uma ação e deem frutos tanto quanto a ação de Deus em atraí-los e em colocá-los em Cristo. Se um mestre despreza qualquer um destes dois aspectos – a ação de Deus e a reação do crente – afastou-se do Novo Testamento. Se alguém pensa que compreende inteiramente o relacionamento entre estes dois fatores, esqueceu-se que Deus deixou algumas coisas a serem reveladas nos séculos vindouros (cons. Ef. 2: 7).

           Podemos concluir que embora ainda não compreendamos todo o plano de Deus, Deus escolheu pessoas para fazerem parte desse plano e elas tem uma responsabilidade de agir dentro desse propósito.

A Propagação do Cristianismo

     

       Quando o Imperador  Constantino se declara cristão, em 312 , o cristianismo era a religião de 10% da população romana. Já  dois ou três séculos depois, em 500, 600, o cristianismo tornou-se a fé que todos abraçam, a religião oficial, a pessoa passa a nascer cristã da mesma forma que antigamente se nascia pagão.

       O cristianismo que começou como uma seita judaica e que depois pôde ser considerado como uma religião de elite, nesse momento se tornou popular, a religião de todos, pelos milagres das relíquias, pelo carisma de alguns cristãos e pela autoridade dos bispos. Isso quer dizer que haviam conversões verdadeiras mas que ouve também um lado que eu chamo de apenas “seguir o fluxo das coisas”.

      Segundo o historiador Paul Veyne, o que colaborou para o cristianismo se tornar essa religião oficial foi um conformismo, as pessoas meio que “seguiam a moda” difundida pelos bispos por conta do peso que eles possuíam como autoridade moral e pelo dever de “fazer como todo mundo faz”.

     Com isso a religião cristã começou a ser paganizada, pois se recorria a santos personagens carismáticos, na qual se ia em peregrinação ao túmulo dos mártires, onde o contato com as relíquias curava, multiplicou-se assim o número de santos populares, faziam-se procissões em caso de seca, celebravam-se pelas colheitas, etc. Ou seja, muitos aspectos da cultura pagã foram incorporados ao cristianismo.

            A mudança na forma de orar mostra essa paganização, um verdadeiro cristão orava a Deus pedindo para amá-lo, glorificá-lo, ora para agradecer-lhe por tudo, para implorar sua graça ou seu perdão, pedir-lhe para ser mais firme na fé, dizer a Deus que seja feita a vontade dele. No máximo, no Pai Nosso, solicita-lhe o pão cotidiano, “não para gozo da carne, mas para as necessidades de nossa fraqueza”, dirá o Sacramentaire léonien.

          Mas depois, cristãos põem-se a pedir a Deus o que os pagãos pediam a seus deuses: prosperidade, cura, boa viagem, a fazerem promessas para ganhar algo em troca. Por volta do ano 430, a imperatriz romana Gala Placídia promete erguer uma igreja a São João Evangelista em troca de uma feliz travessia e, “livre do perigo do mar, saldar sua promessa” construindo essa igreja em Ravena (Gala emprega em sua inscrição a antiga frase dos ex-votos pagãos: votum solvit [“promessa paga” ou “promessa cumprida”]).

       Transformado em religião de todos, o cristianismo perdeu na multidão seu fervor inicial e tomou o ritmo do paganismo: uma crença tranquila que tinha alguns momentos piedosos seguindo o calendário ritual, e não mais o ritmo de uma piedade que ama e o sentimento permanentemente de calor no coração. Foi perdida a paixão do princípio.

Fonte: Livro Quando Nosso Mundo Se Tornou Cristão, de Paul Veyne.

A carta a Diogneto e o amor primitivo

A história do cristianismo primitivo nos apresenta inúmeras personalidades e documentos que nos ajudam a ter uma dimensão e um vislumbre da visão de mundo dos homens contemporâneos aos apóstolos e dos fatos que ocorreram naquela época.

       Com certeza a ressureição de Jesus Cristo e o testemunho de pessoas que diziam terem visto e falado com alguém que resurgiu dentre os mortos causou um alvoroço sem tamanho nas regiões onde eles pregavam. A carta a Diogneto é considerada como uma jóia da antiguidade cristã, pérola da apologética do século II e possui autor anônimo. Acredito que tenha esse valor e estima por conta da tal mostrar com excelência a doutrina pregada pelos primeiros cristãos e seus princípios básicos originais. Por ser tão próxima ao período da primeira igreja creio que seja uma das mais puras e incorrompidas descrições acerca do que realmente acreditavam os primeiros seguidores de Cristo.

Na carta fica claro que ela era uma resposta a questionamentos, em relação a fé cristã e aos seus costumes, indagados por parte de um pagão, este chamado Diogneto.

O trecho que mais me chamou atenção, e reconheço que até mesmo me emocionei, está logo abaixo:

“Vejo que te interessas em aprender a religião dos cristãos e que, muito sábia e cuidadosamente te informaste sobre eles: Qual é esse Deus no qual confiam e como o veneram, para que todos eles desdenhem o mundo, desprezem a morte, e não considerem os deuses que os gregos reconhecem, nem observem a crença dos judeus; que tipo de amor é esse que eles têm uns para com os outros;” ( Provavelmente em Atenas,112 d.C.)

No documento a Diogneto, podemos perceber que era uma característica marcante  e que chamava a atenção das pessoas ao redor, o amor que os cristãos tinha uns para com os outros. A mensagem do amor de Deus para com os homens não só impactou as regiões de Jerusalém, Samaria e regiões próximas, como também sacudiu todo o Império Romano, tornando-se mais tarde a religião do Imperador e depois a oficial de todo Império. Império esse que tinha anteriormente como religião o paganismo e que realizava eventos onde pessoas eram mortas aos milhares sem nenhuma piedade.

O impressionante é que o poder da mensagem de amor que pregavam os seguidores de Cisto era tão singular e radical que ganhou muitos adeptos até mesmo em meio aos cultos eruditos e governantes da época. Esse pequeno fragmento exposto acima está em concordância com o que é descrito no livro de Atos dos Apóstolos, que o amor que aqueles que diziam seguir os ensinamentos de Jesus Cristo tinham uns para com os outros impressionava aos cidadãos que assistiam a tudo o que ocorria.

Todos os que criam estavam juntos e unidos e repar tiam uns com os outros o que tinham. Louvavam a Deus por tudo e eram estimados por todos. Atos 2:44-47

Pra mim eles entendiam muito bem o que Jesus disse nesse frase:

“Se tiverem amor uns pelos outros, todos saberão que vocês são meus discípulos.” João 13:35

A conversão de Constantino

         A conversão do imperador Constantino, veio num sonho que ele teve na noite da véspera da batalha decisiva, sonho no qual o deus dos cristãos prometeu-lhe a vitória se ele anunciasse publicamente sua nova religião. De fato, no dia seguinte, na jornada memorável de 28 de outubro de 312, Deus concedeu-lhe, no subúrbio de Roma, às margens do Tibre, a célebre vitória de Ponte Mílvio; Maxêncio foi esmagado e morto pelas tropas de Constantino, que anunciavam a religião pessoal do chefe que defendiam: seus escudos ficaram marcados por um símbolo totalmente novo, revelado na véspera da batalha ao imperador enquanto dormia e que ele mesmo adotou em seu capacete; era aquilo a que chamamos “crisma”, formado pelas duas primeiras letras do nome de Cristo, quer dizer, as letras gregas X e P, superpostas e cruzadas.

Não constrangendo os pagãos à conversão, Constantino evitou que eles se levantassem
contra ele e contra o cristianismo.Também mantém suas promessas de tolerância religiosa e de paz civil assim como nenhuma perseguição mancha de sangue o seu período imperial, agitado apenas por querelas entre cristãos. Não força ninguém a se converter, nomeia pagãos para as mais altas funções do Estado, não cria nenhuma lei contra os cultos pagãos.O fato é que seu império será simultaneamente cristão e pagão.

Constantino deixou o povo se divertir em grandes festas, mas proibiu qualquer sacrifício de animais, desinfetando assim (no dizer de Alföldi) os ritos pagãos. Mandou construir muitas igrejas e nenhum templo pagão.Porque, ainda que o paganismo continuasse a ser uma religião licita e que Constantino fosse, como todo imperador, o Grande Pontífice do paganismo, ele se conduzia, em todos os domínios, como protetor dos cristãos — e somente deles.

Graças a Constantino, a lenta porém completa cristianização do Império pôde
começar; a Igreja, de “seita” proibida que tinha sido, tornou-se mais do que uma
seita lícita: estava instalada no Estado e acabará um dia por suplantar o paganismo como religião integrada aos costumes. Durante os três primeiros séculos, o cristianismo permaneceu como uma seita, porém de modo algum no sentido pejorativo que os alemães dão a essa palavra: um grupo para o qual indivíduos decidem entrar, um conjunto de crenças ao qual alguns se convertem, por oposição a uma “igreja”, a um conjunto de crenças dentro do qual se nasce e que são as de todos. “Tornamo-nos cristãos, não nascemos cristãos”, escrevia Tertuliano no ano de 197. Essa lenta passagem da seita ao costume será a obra do enquadramento clerical da população, tornado possível porque a Igreja será apoiada e favorecida sob o ponto de vista fiscal pelos imperadores e também porque o cristianismo era a religião do próprio governo, que desprezava publicamente o paganismo

Assim, por volta do ano 400, um cristão podia ter um sentimento de triunfo próximo: “A autoridade da Fé se expande pelo mundo inteiro”. Mas de onde a nova religião tirava seu poder sobre os espíritos? Sua superioridade espiritual sobre o paganismo era incontestável, vai-se ver, mas só uma elite religiosa podia ser sensível a isso. E por que o imperador em pessoa se converteu?

Quando Constantino veio ao mundo, o cristianismo se tornou “a questão acalorada do século”; quem quer que tivesse um mínimo de sensibilidade religiosa ou filosófica ficava preocupado e muitos intelectuais já se tinham convertido. O motivo da conversão de Constantino é simples, diz-me Hélène Monsacré: para aquele que pretendia ser um grande imperador, havia a necessidade de um deus grande. Um Deus gigantesco e amoroso que se apaixonava pela humanidade, despertando sentimentos mais fortes do que a multidão de deuses do paganismo, que viviam por si mesmos; esse Deus desenvolvia um plano não menos gigantesco para a salvação eterna da humanidade. Intervinha na vida de seus fiéis exigindo deles uma estrita moral.

Fonte: Livro – Quando Nosso Mundo Se Tornou Cristão, Paul Veyne.

Destrinchando Versículos – Eclesiastes 3:11

Versículo da vez

​”Tudo fez Deus formoso no seu devido tempo; também pôs a eternidade no coração do homem, sem que este possa descobrir as obras que Deus fez desde o princípio até ao fim.”Eclesiastes 3:11 (JFA – RA)

Objetivo

Compreender o sentido original e total do versículo em questão.

Destrinchando…

Eclesiastes 3:11 é um versículo muito interessante e possui diversas traduções diferentes nas bíblias em português do Brasil. Vejamos algumas :

  1. Tudo Ele fez formoso no tempo dEle (de Deus); também pôs o mundo no coração deles (dos homens), embora de um modo que nenhum homem possa descobrir a obra que Deus fez no princípio e ​fará no fim.  (LTT2009)
  2. Deus marcou o tempo certo para cada coisa. Ele nos deu o desejo de entender as coisas que já aconteceram e as que ainda vão acontecer, porém não nos deixa compreender completamente o que ele faz. (NTHL-Br)
  3. Todas as coisas têm seu valor quando são feitas na sua hora certa. Deus colocou a eternidade no coração do homem, mas assim mesmo ele não consegue entender completamente os planos e as obras de Deus.(Viva-Br)
  4. Ele fez tudo apropriado a seu tempo. Também pôs no coração do homem o anseio pela eternidade; mesmo assim este não consegue compreender inteiramente o que Deus fez. (NVI- Br)

Essas são apenas algumas traduções. Podemos logo perceber que há pequenas diferenças entre elas em alguns pontos, que nos fazem indagar qual seria o significado e o sentido real que o autor quis transmitir no texto original. Então vamos a pesquisa!

  • Tudo . . . formoso : Embora a palavra formoso seja geralmente usada no V.T. com o sentido de beleza física, parece que esta é uma alusão a um conceito igual ao de Gn. 1:31 referindo-se à “propriedade” de toda a criação.Tudo (lit. o todo) é exatamente como Deus quer que seja.                                                                                                                             Gn 1:31 – ​Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. Houve tarde e manhã, o sexto dia.                                                                                                                            
  • Pôs a eternidade : A frase pôs a eternidade no coração tem uma variedade de interpretações. A tradução da E.R.C., o mundo, é um tanto desarmoniosa dentro do contexto e opõe-se ao uso da palavra em outras passagens. Os versículos precedentes parecem exigir que a palavra seja traduzida em seu sentido normal de “eternidade”. O autor está sugerindo o contraste entre o tempo (ocorrências individuais) e a eternidade (continuidade sem limites discerníveis). Deus ordenou todos os acontecimentos da vida de acordo com a Sua vontade. Ele também deu a mente aos homens que percebem, além das ocorrências diárias, a extensão total da vida. Contudo a mente humana foi limitada, para que não possa descobrir as obras que Deus fez; ela jamais consegue resolver os aparentes paradoxos da vida. Deus deu ao homem o poder de raciocinar, mas não lhe deu o suficiente para desenredar todos os mistérios.( Comentários de Moody)
  • Também pôs o mundo no coração deles (11). A palavra hebraica que aqui é traduzida como o mundo, tem, uniformemente, o sentido de “para sempre”, e é assim traduzida noutras porções deste livro, como, por exemplo, no vers. 14 (eternamente). É melhor traduzi-la como “eternidade”, ou então simplesmente conservar a tradução literal (como Browning), “para sempre”. ( Comentários de F.Davidson)

 

Então espero que esse post tenha ajudado vocês a entender melhor esse belo versículo que nos traz uma sensação incrível de paz e confiança em Deus, e de que embora não possamos compreender todos os seus propósitos e suas obras do inicio até o fim, Ele é perfeito e sabe o que está fazendo. Para finalizar, sei que pode haver alguns equívocos, mas após a análise, com o objetivo de proporcionar uma melhor compreensão da mensagem e contextualizá-la aos dias atuais, podemos conjecturar que o versículo original quis transmitir o seguinte:

” Tudo que Deus fez pertence a Ele e é exatamente como Deus quer que seja. Ele deu a mente aos homens que para que percebam, raciocinem e pensem, não só na vida individual humana, terrena e limitada, mas na extensão total da vida e reflitam sobre o que é a eternidade, a continuidade do tempo sem limites; Contudo a mente humana foi limitada, para que não possa descobrir todos os mistérios de Deus.”                          

Cristianismo, Mito e Verdade.

O trecho abaixo foi retirado do livro Evidência que Exige um Veredito, livro este que apresenta interessantes fatos históricos do Cristianismo. Observe o que o autor relata sobre esse assunto mitológico:

“Os escritores do Novo Testamento ou escreveram na qualidade de testemunhas oculares dos eventos que descreveram ou registraram os acontecimentos, conforme relatados, em primeira mão, por testemunhas oculares.

“Porque não vos demos a conhecer o poder e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, seguindo fábulas engenhosamente inventadas, mas nós mesmos fomos testemunhas oculares da sua majestade” (2 Pedro 1:16).

Eles certamente sabiam qual a diferença entre mito, lenda e realidade. Um professor de uma turma de literatura universal, à qual eu estava falando, fez a seguinte pergunta: “Qual sua opinião sobre a mitologia grega?” Respondi com uma outra pergunta: “Você quer saber se os acontecimentos da vida de Jesus — a ressurreição, o nascimento virginal, etc. — foram apenas um mito?” E ele respondeu: “Isso mesmo”.

Respondi, então, que, entre essas coisas aplicadas a Cristo e essas mesmas coisas aplicadas à mitologia grega, existe uma diferença óbvia que geralmente é ignorada. Os acontecimentos análogos da mitologia grega (como, por exemplo, a ressurreição) não se aplicavam a indivíduos reais, de carne e sangue, mas a personagens mitológicos. Na questão do cristianismo, esses acontecimentos estão ligados a uma pessoa que os escritores conheceram na dimensão tempo-espaço da história, o Jesus de Nazaré da história, que eles conheceram pessoalmente.”

Josh McDowell

E você o que pensa? Para saber mais sobre esse assunto recomendo a leitura do livro Evidência que Exige um Veredito de Josh McDowell. Deus te abençoe!

Calouros Fiquem Tranquilos

Quando nós cristãos entramos para a faculdade, sabemos que pode brotar uma preocupação com os desafios que iremos enfrentar. Não digo apenas em questão de negar e fugir de coisa como bebidas, drogas e sexo. As ideologias que serão apresentadas a nós pela primeira vez podem chocar com nossos princípios e colocar a prova a nossa fé, confundindo e abalando a nossa mente e o nosso emocional.

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Futuros historiadores cristãos vocês não precisam sofrer!
Esse artigo vem para ajudar você calouro a pensar na faculdade de uma perspectiva positiva, mesmo sendo desafio para o cristão, eis algumas razões:

  1. MEU POVO PERECE POR FALTA DE CONHECIMENTO

Há muita necessidade hoje de pessoas esclarecidas no meio cristão, primeiramente para que através do esclarecimento e do conhecimento haja maior possibilidade de se evitar abusos e exageros religiosos e também a má interpretação e distorção das escrituras e do propósito de Deus. A ignorância nunca trouxe benefícios para a igreja ao longo da história. O conhecimento de Deus passa pelo entendimento e pela mente humana, não apenas pelas emoções e o espírito.

2. DEUS ESTÁ ACIMA DE QUALQUER FILOSOFIA

Quando temos um encontro verdadeiro com Deus nada tira isso de nós. Já provamos a ação maravilhosa do Espírito Santo no nosso interior. Em Salmos 73:26 diz: “A minha carne e o meu coração desfalecem; mas Deus é a fortaleza do meu coração, e a minha porção para sempre”.

Então mesmo que nosso coração (mente) esteja confuso e a nossa carne (corpo) estejam fracos, Deus está conosco, Ele fortalece nosso coração com sua presença;

A presença de Deus está acima de qualquer ideia humana e pensamentos. Ela é mais forte que conflitos ideológicos, teológicos e filosóficos.

Paulo também diz que nosso corpo pode ficar fraco por causa da carne mas o espirito esta vivo por causa da justiça de Cristo:   “E, se Cristo está em vós, o corpo, na verdade, está morto por causa do pecado, mas o espírito vive por causa da justiça.”Romanos 8:10

 

3 . A VERDADE SEMPRE VENCE

O objetivo da historia é lançar um olhar crítico sobre o passado.
A palavra história vem do grego ἱστορία, do verbo ἱστορεῖν que significa “pesquisa”ou conhecimento e “informação” adquirida pela investigação .

O objetivo é investigar de forma a chegar perto da verdade sobre o passado.
Nós cremos que Jesus é a verdade e estamos do lado da verdade.
Sabemos que o relato do historiador pode não ser neutro e salvo de interpretações pessoais mas não podemos esquecer que e no fim a verdade (Jesus) vencerá.

Então não precisamos ter medo. A verdade sempre vence!

4. APERFEIÇOAMENTO PESSOAL

Os desafios e dificuldades aperfeiçoam nosso caráter e nos ensinam a sermos fortes e corajosos.

Josué estava preocupado com o que aconteceria depois da morte de Móises. Agora ele teria que liderar o povo de Israel. Veja o que Deus falou para Josué:” Não to mandei eu? Esforça-te, e tem bom ânimo; não temas, nem te espantes; porque o Senhor teu Deus é contigo, por onde quer que andares.”
Josué 1:9

5. EXPERIÊNCIAS COM DEUS E FORTALECIMENTO DA FÉ

Mesmo que não possamos ver ou tocar deus. Ele não nos deixou sozinhos.

Jesus disse que não nos deixaria órfãos:

“E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre;
O Espírito de verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco, e estará em vós.
Não vos deixarei órfãos; voltarei para vós.
Ainda um pouco, e o mundo não me verá mais, mas vós me vereis; porque eu vivo, e vós vivereis.”
João 14:16-19

A presença de Deus pelo Espírito é Deus aqui conosco.
A escritura diz que Ele está aqui.
Não é simplesmente um cuidado vindo de cima. O Espirito Santo é Deus, e a presença de Deus é Deus aqui conosco. Essa presença é mais real que o mundo tangível. É o céu na terra.

Sua presença é tao doce e traz tanta paz! Ele está conosco em cada desafio!

A história simplificada e resumida

Saiba a história do mundo de uma forma mais simples e resumida…

Para os estudantes de história, seja no ensino médio ou no superior, muitas vezes acontecem de estarem meio perdidos no tempo por causa da falta de objetividade nos textos e dos professores. Então aqui vai algumas informações que são de muita ajuda para nos localizarmos no tempo e na história e entendermos melhor a matéria que está sendo estudada de uma forma mais simples e objetiva:

A história se divide basicamente em 5 períodos principais:

Pré-história        Idade Antiga       Idade Média       Idade Moderna       Idade Contemporânea 

Se localize no tempo com o quadro abaixo..

  ——       Período                ———–      Inicio       ————–        Término        ——

Pré-história             —-       Indeterminado     –       por volta de 4000 a.C

Idade Antiga           —-    por volta de 4000 a.C     –         476 d.C

Idade Média            ——     476 d.C               –                   1453 d.C

Idade Moderna          —-     1453 d.C             –                    1789 d.C

Idade Contemporânea   —–     1789 d.C            –               Prossegue

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Pré-história

É aquela parte que fala do inicio da humanidade.

A pré-história é o período anterior ao surgimento da escrita. Os primeiros indícios escritos da presença humana se dão por volta de 4.000 a.C pelos sumérios na Mesopotâmia.

A pré história é marcada pela pedra lascada,o Período Paleolítico e Neolítico,o desenvolvimento do fogo onde Homens Nômades passam a viver estabelecidos num local e a desenvolver a agricultura e a pecuária.

Passagem de período – O homem começa a se organizar em aldeias que formam cidades  e logo após se inicia a Idade Antiga..

Idade Antiga

Surgimento das Grandes Civilizações

Começa por volta de 4.000 a.C. (antes de Cristo)

Termina em 476 d.C com o inicio da Idade Média.

Surge as sociedades e as suas leis e formas de organização mais complexas. Ex: Egito, Israel, Assírios, Sumérios, Babilônia, Hindus no Rio Ganges e a Civilização Chinesa no Vales do Huang Ho e do Yang-Tsé , o império dos Persas que mais tarde serão conquistados por Alexandre, o Grande, Grécia (com a democracia e filosofia),e Roma.

A américa também possuia povos que mais tarde foram descobertos como os Anasazi, Moche, Nasca, Teotihuacan, Maia, Asteca, Inca.

Idade Média

Desenvolvimento da cultura cristã

A Idade Média teve início no século V d.C no ano 476 com a queda do Império Romano -que foi de 27 a. C. até 476 ( data da queda do Império Romano) e terminou no século XIII no ano 1453 d.C.

Durante este período de aproximadamente 1000 anos a religião cristã, advinda do povo judeu de Israel, se desenvolveu e também surgiram outras religiões como o Islã no ano 622 com Maomé . A Igreja Católica surge com a proclamação do Cristianismo como religião única de Roma pelo Imperador Constantino. A Igreja Católica foi a que mais se destacou nesse período, empreendendo as Cruzadas pelo Oriente Médio para conquistar forte influência religiosa pelo mundo.

Idade Moderna

A Revolução Industrial

Iniciou-se em 1453, e chegou ao fim em 1789. É marcado pela transição do período feudal ao capitalismo .

Idade Contemporânea

Teve início em 1789 com o amadurecimento das ideias iluministas  do movimento Iluminismo disseminado pela Revolução Francesa, contribuindo com o progresso científico na busca de novos conhecimentos para entender o homem e a sociedade. A Idade Contemporânea é a nossa atual época e é marcada por: Primeira e Segunda Guerra Mundial, a Guerra Fria, a criação da bomba atômica, as guerras de Independência de nações.

Também foi é marcada pela surgimento da sociologia com Karl Marx e a. Nesta era, as nações mais ricas tornaram-se detentoras das decisões mundiais, como os Estados Unidos e o continente europeu, e o capitalismo se consolidou como hegemonia no sistema político e econômico do globo.